

Poema Disperso IIdisse ao tempo velho que nem sempre o que se esquece permanece recôndito na memória e se alguma sapiência tenho transmiti-la-ei aos frutos novosPoema Disperso II
nada singra no sangrar dos anos sempre a inflexibilidade uma miscelânea de mim para mim
comigo vou
dentro do ossos conheço as horas e pergunto quantos dos minutos duma vida são realmente meus e quando o nada surge o que fica? o vazio? a eterna espera?
as borboletas de ontem as traças de hoje e o nada mais que fica
abro a porta sei que o casebre é feito d


Poema Disperso Itudo se resume à terra gasta os líriosPoema Disperso I
o berço das águas o pó dos homens
desci do alto ilusões de um dia sem nome sem data
só a certeza aumenta a fasquia e me faz querer viver depressa
compreendo a indiferença um quase medo como um pêndulo no caule das flores em fim de estação
e nada mais interessa quando se inala a tristeza de um dia de aniversário
rapidamente tornarei aos peixes e verei nas escamas o crude de minha vestimenta
encantamento? Talvez um dia e talvez esse dia per


CiprestesCiprestesCiprestes
Sentes-me? Sou feita de cetim e estrelas Caminho onde a Dor se divide em silêncios e ramos são meus braços embalando a Noite.
Esmaga-me em teus passos moles enquanto me sento Sou cipreste recebendo o canto do vento na copa e raizes são almofadas emprestadas para meu sono.
Sentes? O húmus suspenso sobre a minha pele? A terra que cheira a branco lavada por conchas e minha saliva uma ave presa no fim duma metáfora
Afaga-me com o peso de uma Lua sem nome Sou medos com cheiro a menta e gerânios e folhas são espelhos em cacos anunciando-te.


PoemaPoemaPoema
Quem te disse qu'eras o Mar Poema qu'eras Sol e a Estrela do firmamento Qu'em Ti nao existia Dor e c'o Amor era da Vida e da Morte o unguento
Quem te disse Poema qu'eras a Lua qu'eras madrugada boreal sem hora Qu'em Ti não existia Escuridão e c'a Solidão era Saudade latente na aurora
Quem te disse qu'eras o Vento Poema Qu'eras Brisa clandestina e calma Qu'em Ti não existia Lágrima e c'a Mágoa era só Medo forjado na Alma
Morreu a Voz que te chamou Poema Doou-se, esfumou-se no Tempo Matou-se em teu corpo e no retorno  
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There is no answer,no way out.Death will prevail,provide an escape
from the torture of life.I look forward to it.
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There is no answer,no way out.Death will prevail,provide an escape
from the torture of life.I look forward to it.
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your halo's slipping down to choke you now...
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